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Oposição à Fátima nunca se preocupou com atraso nos salários dos servidores para além das eleições de 2022

A oposição política à Fátima Bezerra (PT) vinha se sustentando a partir de um discurso: o Governo seguia sem pagar os salários atrasados dos servidores e servidoras do Estado.
Para quem não lembra, em 2018, Robinson Faria deixou de pagar o salário de novembro, dezembro e o 13º de boa parte do funcionalismo público. De 2020 para cá, Fátima vinha amortizando a dívida do antecessor mas sem conseguir apresentar um calendário para sua quitação.

Com anúncio, na última sexta-feira (10) das datas para o pagamento dos atrasados (confira o pronunciamento da Governadora AQUI) a oposição ao governo perdeu seu principal ativo para as eleições de 2022.

É preciso ser sincero, Fátima faz um Governo com bons acertos e isso em meio a maior pandemia da história recente da humanidade e a uma crise econômica sem precedentes. A dívida com funcionalismo público foi herdada e é de total responsabilidade dos Governos Rosalba Cialinni e Robinson Faria, que hoje compõem a chamada “oposição”.

O grupo de opositores à Fátima, que ainda conta com as presenças ilustres de setores do bolsonarismo e das famílias tradicionais do RN (Alves, Farias e Maias), nunca se preocupou com o funcionalismo público. Na verdade, a crise com os trabalhadores e trabalhadoras do Estado nasceu da total falta de gestão e compromisso destes governos com os servidores e servidoras.

Há um ou dois anos era impossível dizer que os salários atrasados por Robinson seriam pagos e não é absurdo afirmar que parte do funcionalismo público já nem contava mais com os valores em suas contas.

O movimento sindical permaneceu corajosamente cobrando de Fátima, mas a pandemia e o cansaço natural da pauta foram enfraquecendo as mobilizações. A Governadora poderia ter se aproveitado disso para empurrar um pouquinho mais a dívida para frente.

Resta saber qual será agora o caminho que a oposição tentará e para detratar o Governo do Estado. Talvez a desastrosa CPI da Covid no RN, que diferente da sua versão Federal, não tem encontrado nada de substancial e nem conta com adesão popular, ou, quem sabe, o tradicional e enfadonho “antipetismo”, que certamente não irá vingar em meio à polarização social de 2022. Vamos aguardar pelos próximos capítulos.

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