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Comitê científico do RN minimiza 3ª onda da Covid-19 e “esquece” recomendação do passaporte vacinal para Igrejas

Passou a valer a partir de hoje, 21, o Decreto 31.265 do Governo do Estado com novas medidas de segurança sanitária para proteger a população contra o aumento de casos de Covid-19, em decorrência do alto grau de contágio da variante Ômicron.

Um dos assuntos mais debatidos no Brasil hoje é a exigência do “passaporte vacinal – PV”, para a entrada em vários ambientes coletivos. Repartições públicas, universidades e outros espaços de uso coletivo já passaram a exigir o PV.

No novo decreto que passa a valer nesta sexta-feira (21), não foi mencionada a exigência do “PV” dos ambientes religiosos. Segundo nota do Governo do Estado, “o funcionamento de igrejas e templos religiosos não foram tratadas no decreto por não haver qualquer recomendação científica que aponte, no momento, a necessidade de alterações às medidas preconizadas em decretos anteriores”.

O Portal NE360 conversou com um pastor de uma igreja evangélica da cidade de Mossoró que pediu para não ser identificado. Segundo o pastor, não é consenso entre os líderes religiosas a dispensa do passaporte de vacinação para frequentar os templos religiosos. “É, tem muitas opiniões que circulam no nosso ambiente, eu, por exemplo, vejo como medida necessária que se tenha a exigência”, comentou o pastor.

Novo decreto reforça medidas de proteção individual contra a Covid

O novo decreto publicado hoje reforça uma série de medidas que já são conhecidas pelos populares e que, até aqui, tem sido fundamentais para conter o avanço da Covid. Um dos artigos do novo decreto afirma: “Permanece em vigor o dever geral de proteção individual no Estado do Rio Grande do Norte, consistente no uso obrigatório de máscara de proteção facial por todos aqueles que, independentemente do local de destino ou naturalidade, ingressarem no território estadual, bem como por aqueles que precisarem sair de suas residências, especialmente quando do uso de transporte público, individual ou coletivo, ou no interior de estabelecimentos abertos ao público, durante o estado de calamidade pública decorrente da COVID-19”.

O decreto ainda determina que sejam implementadas “medidas de prevenção nos locais de trabalho, destinadas aos trabalhadores, usuários e clientes”. E reforça uma medida de extrema assertividade que é “impedir a entrada de trabalhadores e clientes sintomáticos pelo novo coronavírus (COVID-19)”. E impede o acesso de pessoas sem máscara de proteção facial nos ambientes coletivos fechados.

Confira o decreto na íntegra CLICANDO AQUI 

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